Em entrevista ao repórter Stephen Galloway, para o The Hollywood Magazine, que estará nas bancas no próximo dia 22 de Fevereiro, Hugh faz uma análise sobre vários aspectos da sua vida.
A entrevista consiste em 4 páginas enormes. Então para facilitar, vou descreve-la como uma narrativa.
Hugh com sua honestidade que lhe é tão peculiar, fala do seu medo e da ansiedade perante as câmeras, mais complicado pra ele do que se apresentar diante de uma plateia em um show.
Segundo ele mesmo comenta, precisou da ajuda do seu guru e amigo Tony Robbins para se apresentar em LesMis. Tony o fez ver os dois lados de sua personalidade, o seguro e o inseguro.
Frank era o lado mais confiante, e Charles era o outro. Hugh sempre pensou que livrando-se do medo estaria bem. Mas Tony o fez ver que Charles era a sua sensibilidade, Charles o impulsiona a trabalhar mais. Segundo Tony, quando eu caminhar no set tenho que agradecer ao Charles por tudo. Tony realmente transformou a minha vida.
Falando sobre Rupert Murdoch, seu compadre, diz que as pessoas tem a impressão errada sobre ele que é carinho, atencioso e extremamente respeitoso. O conheceu através de Nicole Kidman, amiga de Wendi, esposa de Rupert Murdoch.
Comenta mais uma vez sobre o abandono da mãe. Da ida de seu pai a Londres para tentar trazê-la de volta para a Austrália, mas que ela já havia construído nova família, inclusive tendo outra filha desse relacionamento. Acredita que sua mãe tenha se sentiu muito abandonada pois seu pai era um homem muito dedicado ao trabalho.
Hugh fala que cresceu em uma família extremamente religiosa, convertidos ao protestantismo conservador de Billy Graham. Lembra que rompeu com suas crenças na adolescência. Diz que não é particularmente religioso, nunca reza, embora acredite em alguma forma de vida após a morte e que medita duas vezes por dia.
Nessa altura o reporte fala que Hugh deu uma pequena parada para se alimentar com uma farofa de grãos e uma omelete de 5 ovos. Dieta para o próximo filme X-Men: Dias do Passado Presente, que começa a filmar em Abril.
Hugh termina dizendo que comunicou ao seu agente Patrick Whitesell, que depois de Dias do Passado Presente, precisa estar em casa. Especialmente para apoiar o filho, que tem certas dificuldades de aprendizagem, com a dislexia. " Eu preciso estar em casa."

















































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